Os elementos do Departamento Curricular de Línguas deseja a todos um excelente ano 2014/2015.
Carla Martins (Português / Inglês / Academia de Teatro)
Cláudia Anastácio (Português / Inglês - coordenadora)
Diogo Monteiro (Português / Francês / Academia de Francês)
Inês Ferreira (Português / Inglês / Academia de Espanhol)
Liliana Catarino (Português / Inglês)
Maria João Ervilha (Português)
Susana Simões (Português / Inglês)
Blogue do Departamento Curricular de Línguas do Colégio Senhor dos Milagres, Leiria
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
sábado, 26 de abril de 2014
Conto do 3.º Ciclo (Semana da Leitura)
Num dia cinzento de inverno, passeava
Maria com ar terno pelo jardim do seu solar plantado junto ao mar. Olhava o
horizonte e viu um barco, pasmada perguntou “será descobridor ou apenas piratada?”. Ei-la assim assustada,
irrompeu em correria! O que será que acontecia?
8.º B - Maria correu para casa gritando
pela mãe:
– Mãe! Vem ver o barco que se
aproxima da costa! Serão piratas?
Ao ouvir isto, a mãe desceu as
escadas apressadamente e ambas correram em direção à praia. Avistaram o barco
que se aproximava cada vez mais e ficaram espantadas quando viram a bandeira negra
no topo do mastro...
8.º A – Mãe, são mesmo piratas! Olha a
bandeira! – exclamou a Maria.
A mãe achou melhor regressarem a
casa e alertaram as outras pessoas que viviam perto da costa. No entanto,
ninguém acreditou nelas, pois julgaram ser apenas uma partida.
9.º B - Mas não era uma partida. Tratava-se
da realidade, um barco pirata dirigia-se para costa a grande velocidade. Só nessa
altura toda a população da ilha se apercebeu da gravidade da situação. Tarde
demais, estavam cercados pelos piratas que procuravam o bem mais valioso de
Portugal, os primeiros textos escritos em português por ordem do rei D. Dinis.
8.º C - Ao perceber a ameaça ao seu
património, a população decidiu reunir todos os textos e guardá-los no
esconderijo secreto da ilha. Assim, todos os habitantes que tinham em sua posse
os textos de D. Dinis correram a buscá-los para que ficassem em segurança e à
guarda do Ancião da ilha.
9.º C - A população entregou os livros ao Ancião.
Maria continuou a observar os piratas e apercebeu-se de que os mesmos não queriam
apenas o bem mais valioso do país, queriam também destruir o território e aprisionar
os habitantes.
Quando Maria se dirigia para contar
ao Ancião o que tinha descoberto, ouviu-o a falar com um dos piratas sobre a
entrega dos textos.
7.º A – Onde estão os textos? –
perguntava o Barba Negra irritado.
– Aqui os tem, mas primeiro o acordo…
– respondeu seguro o Ancião, mostrando um monte de folhas. – Mas não estão
completos…
Os dois homens iniciaram uma
discussão, pois ambos eram astutos e queriam ficar a ganhar. Enquanto isto, o ancião
meditava numa forma de enganar o pirata:
– Então, se eu entregar os textos
errados? Será que eles acreditam? – pensou.
Pelo sim, pelo não, falou com os
piratas e prometeu entregar-lhes os valiosos documentos.
– Agora, subitamente, vais
entregar-nos os textos de livre vontade? – questionaram desconfiados os
piratas.
– Não, quero apenas que se vão
embora sem fazer mal a ninguém. – afirmou assustado o Ancião.
Os piratas acreditaram e marcaram
um encontro para mais tarde.
7.º B - O Ancião foi-se embora e os piratas
também. Maria correu a contar ao Lucas, o seu melhor amigo, a conversa que
tinha ouvido. Assim, já duas pessoas sabiam do diálogo entre o Ancião e os
piratas.
Ao chegar ao encontro, na hora
marcada, o guardião da ilha estava vigiado por muitos piratas, mas o que eles
não sabiam era que Lucas e Maria tinham trocados os textos: na posse dos
malvados estavam os falsos.
9.ºA - Feita a troca, os piratas voltaram
para o seu barco, para preparar a partida, mas Barba Negra apercebeu-se, ao
analisar melhor os documentos, de que estes eram falsos. Furiosos por terem
sido enganados, os piratas regressaram à ilha e fizeram o Ancião refém,
ameaçando-o de morte, caso os habitantes da ilha não lhes entregassem os textos
originais. No entanto, como o Lucas não quis dizer onde se encontravam os
textos que tinham trocado, Barba Negra perdeu a paciência e atirou-o ao mar com
sacos de areia atados aos pés, acabando por afogar-se.
7.ºC - Maria nem queria acreditar. Subitamente
o seu coração enchia-se de ódio para com os piratas. Chorou, chorou, chorou…
até se lembrar de que não era a chorar que a ilha se livrava deles. Então, teve uma
ideia! Procurar a ajuda de Mun Lee, um guerreiro japonês cego que vivia, havia
muitos anos, refugiado no interior da ilha.
– Mun Lee, precisamos da tua ajuda!
– gritou Maria desesperada.
– Por que havia eu de te ajudar? –
perguntou Mun Lee.
– Nós precisamos de ti… – chorava a menina. E depressa lhe contou todos
os incidentes que envolviam os piratas e os valiosos textos.
– Não vos irei ajudar. – respondeu prontamente
ao pedido de Maria.
A menina saiu desiludida e
dirigiu-se à praia, sem saber muito bem o que fazer. Mun Lee ficou a refletir
no que Maria lhe tinha dito e decidiu ajudá-los, pois o seu mestre tinha-lhe
ensinado que quando somos movidos pelo rancor, uma nova guerra pode acontecer. Apressou-se
a alcançar Maria, guiado pelo seu olfato e destreza e rapidamente a alcançou.
Explicou-lhe então a sua mudança de atitude e combinaram uma forma de travar os
piratas.
Chagados à costa, meteram-se no pequeno
barco, que o pai de Maria lhe oferecera quando era pequena, navegaram até
chegar ao barco pirata e com a ajuda de uma corda subiram a bordo. De seguida, puseram
em prática o plano combinado e em dois tempos uma grande explosão fez afundar o
barco.
Nunca mais ninguém ouviu falar dos
piratas e do seu capitão Braba Negra. Quanto aos valiosos textos, os primeiros
escritos em português, esses continuam a ser vistos e admirados no museu da ilha.
Conto do 2.º Ciclo (Semana da Leitura)
Era uma vez uma
menina que escrever não sabia. Mas o seu desejo era tão grande e sincero que
partiu de sua casa, de mala às costas, procurando pelo mundo fora quem a
ensinaria.
Ei-la aqui
chegada, tão só e cansada… achais que pode ser ajudada?
(6º C) Chegada à porta do
Mosteiro, admirou assombrada o seu tamanho. Era alto, sólido, construído em
pedra clara de calcário. A meio da fachada, via-se uma rosácea com vitrais
coloridos. A porta era enorme, em arco redondo de madeira forte com uma grande
fechadura de ferro. Usou o pendente em forma de leão para bater…
Esperou… e esperou
mais um pouco… até começar a ouvir ao longe passos ecoando no interior. A
enorme porta abriu-se rangendo e de lá de dentro um monge espreitou.
A menina, de seu
nome Maria, deu um passo atrás assustada.
(5.º C) O monge era muito
alto e grande, ao contrário dela, que ao vê-lo se sentiu minúscula. O cabelo
castanho cobria-lhe a cara, tornando-o ainda mais assustador.
Maria deu dois
passos atrás, mas prontamente o monge lhe dirigiu palavras simpáticas:
- Não te assustes!
Aqui ninguém te fará mal!
Maria não disse
nada.
Estendendo-lhe a
mão, o monge convidou-a a entrar e perguntou-lhe:
- Como te chamas?
A medo, a menina
respondeu:
- Maria…
No mesmo tom
simpático, o monge continuou:
- O que te traz
aqui, Maria?
(6º A) Maria, a medo,
transmitiu ao monge que a sua missão era aprender a escrever.
O Monge sorriu…
carinhosamente, abriu completamente a pesada porta do mosteiro e abriu caminho
a Maria.
A menina seguiu
atrás dele, enquanto admirava a grandeza do espaço. Altas colunas suportavam um
teto abobadado. O ar era frio… mas acolhedor.
Enquanto caminhava
pelo chão de tijoleira imaculadamente encerada, a sua insegurança acerca da
aventura que a esperava, crescia.
O monge deteve-se
diante de uma alta escadaria de pedra.
- No cimo desta
escada, encontrarás o que procuras… vamos – o monge começou a subir sempre com
Maria no seu encalço.
No topo da
escadaria, o monge abriu mais uma porta de madeira. O que se vislumbrou lá
dentro fez os olhos de Maria brilharem como estrelas. E o seu peito encheu-se
de emoção.
Altas estantes
cheias de livros atafulhavam a sala. Maria estava maravilhada.
Olhou
distraidamente pela janela e no jardim do claustro do mosteiro observou aquilo
que lhe pareceram ser várias crianças da sua idade.
(6ºB) Maria constatou
que essas crianças estavam a ler e a escrever. Curiosa, perguntou ao monge:
- Será que
poderei, eventualmente, aprender a ler e a escrever como aquelas crianças?
- Claro que sim!
Se esse é o teu desejo, deves realizá-lo. – respondeu o monge. – No entanto,
primeiro, teremos que testar as tuas capacidades.
Nesse sentido, o
monge propôs-lhe um desafio, colocando-lhe à sua frente um lápis e uma folha
para verificar o que ela sabia fazer.
Perante este
desafio, Maria ficou nervosa, pois sabia que apenas conseguiria escrever o seu
nome. Rascunhando, ela tentava escrever algo, porém, sentiu-se entre a espada e
a parede, pois eram apenas rabiscos.
(5ºB) Após esta prova, o monge pensou como poderia resolver aquela situação e decidiu
dedicar-se a ajudá-la a aprender a ler e a escrever.
Com esta sugestão,
Maria ficou muito receosa, pois considerava que não iria conseguir. No entanto,
o monge tranquilizou-a, dizendo-lhe:
- Não estejas
nervosa. Com o tempo verás que consegues.
Dia após dia, o
monge reparava que Maria estava a progredir e estava cada vez mais interessada
pela leitura e pela escrita, por isso propôs-lhe que escrevesse um texto.
(5.º A) Maria, muito
entusiasmada, aceitou o desafio. Era o seu primeiro texto e ela queria que
ficasse perfeito, por isso sentia o coração a bater muito, como se a qualquer
momento saísse pelo seu peito. Então, o monge, vendo o estado da menina, deu-lhe
um conselho:
- Leva o tempo que
precisares, não te esqueças que estamos sempre aqui para te apoiar.
Ouvindo estas
palavras, Maria sentiu-se mais segura e confiante. Começou a escrever e pensou
que seria muito bonito escrever uma carta aos monges que a tinham ajudado a
realizar o seu sonho. Quando acabou de escrever a carta, Maria dirigiu-se aos
aposentos do monge e deixou a carta em cima da secretária. Nesse instante,
reparou num grande livro que tinha como título “Os primeiros textos escritos em
Português”. Vendo isto, Maria percebeu que como o seu primeiro sonho já estava
realizado, na continuação do mesmo, decidiu partir pelo mundo com a missão de
ensinar todas as crianças que tal como ela tinham como maior desejo aprender a
escrever…
segunda-feira, 10 de março de 2014
quinta-feira, 6 de março de 2014
Nuno Valente vem ao Colégio!

O Autor Nuno Valente estará no Colégio no próximo dia 20 de março, no âmbito da "Semana da Leitura", para estar à conversa com os alunos sobre o seu trabalho e os seus livros. Fica atento e fala com o teu professor de Português para saber mais...
KEY FOR SCHOOLS (Informação adicional)
De acordo com informação emanada do Instituto de Avaliação Educativa, o prazo e inscrição para a obtenção do certificado Key for School, foi alargado até ao próximo dia 5 de março. Este prolongamento do prazo vem responder ao pedido de encarregados de educação dos alunos a frequentar o 9.º ano que teriam entendido que estes alunos, já inscritos para a realização do teste, estariam automaticamente inscritos para a obtenção do certificado, o que não corresponde à verdade.
Os encarregados de educação dos alunos a frequentar o 9.º ano que pretendam que o seu educando tenha acesso à certificação da Universidade de Cambridge têm de proceder à inscrição para a sua obtenção em hppt://keyforschools.iave.pt/form/
Reitera-se, ainda, a informação que a obtenção deste certificado tem o custo de 25,00€. Este valor é inferior ao praticado em escolas de línguas, superior a 80,00€. Para os alunos a frequentar o 9.º ano abrangidos pelo escalão B da Ação Social Escolar o valor a pagar é 12,50€ e os alunos mais carenciados, abrangidos pelo escalão A, podem obter certificado sem qualquer custo.
Os Encarregados de Educação podem ainda obter mais informações acerca do Projeto KEy for Schools Portugal disponíveis em: http://www.keyforschools.iave.pt
Os encarregados de educação dos alunos a frequentar o 9.º ano que pretendam que o seu educando tenha acesso à certificação da Universidade de Cambridge têm de proceder à inscrição para a sua obtenção em hppt://keyforschools.iave.pt/form/
Reitera-se, ainda, a informação que a obtenção deste certificado tem o custo de 25,00€. Este valor é inferior ao praticado em escolas de línguas, superior a 80,00€. Para os alunos a frequentar o 9.º ano abrangidos pelo escalão B da Ação Social Escolar o valor a pagar é 12,50€ e os alunos mais carenciados, abrangidos pelo escalão A, podem obter certificado sem qualquer custo.
Os Encarregados de Educação podem ainda obter mais informações acerca do Projeto KEy for Schools Portugal disponíveis em: http://www.keyforschools.iave.pt
KEY FOR SCHOOLS (Exame de Inglês)
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